Sinopse:Como deve ser nascer com um vulcão ao lado e sofrer todo o preconceito oriundo dessa situação? Emílio, que nasceu dessa forma, embarca numa aventura eletrizante para salvar as crianças de Lapim de Pá e as mulheres de cabelos brancos e olhos bem apertados, pois elas guardam muitos segredos. Encontra também diversas pessoas diferentes, que o ajudam na aventura mais difícil da sua vida: a autoaceitação. Emílio é uma linda história que valoriza a tolerância entre as pessoas e o respeito ao o
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Emílio Ou Quando Se Nasce Com Um Vulcão Ao Lado

Emílio Ou Quando Se Nasce Com Um Vulcão Ao Lado

Marca: Escrita Fina Referência: 9788563877956

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Sinopse:
Como deve ser nascer com um vulcão ao lado e sofrer todo o preconceito oriundo dessa situação? Emílio, que nasceu dessa forma, embarca numa aventura eletrizante para salvar as crianças de Lapim de Pá e as mulheres de cabelos brancos e olhos bem apertados, pois elas guardam muitos segredos. Encontra também diversas pessoas diferentes, que o ajudam na aventura mais difícil da sua vida: a autoaceitação. Emílio é uma linda história que valoriza a tolerância entre as pessoas e o respeito ao outro.
Veja um trecho do livro:
"Não são todas, mas há pessoas, como eu, que nascem com um vulcão ao lado. Ele não aparece de pronto, assim que a gente vem ao mundo, como os olhos, os cabelos, as pernas, o nariz, o umbigo, as mãos ou os pés. Ele vai aparecendo aos poucos, mas aparece. E, aos poucos, quando ele vai surgindo, aumentando, soltando labaredas, ficamos muito felizes, porque ele é uma parte da gente. Com ele, ficamos plenos; sem ele, ficamos cortados em lascas pequenas. É bem comum que nossos pais, avós e tios, nossos primos e primas, nossos amigos e amigas não vejam o vulcão, exceto os que nos veem com-os-olhos-de-quem-quer-nos-pegar-na-espreita ou os-que-nos-olham-muito-profundamente como se quisessem compreender quem somos. Não é fácil nos ver profundamente, pois costumamos esconder quem somos. Costumamos viver camuflados. Não é que gostemos disso, mas é que usamos estratégias de sobrevivência. Eu entendo que seja difícil compreender o que estou dizendo agora, porém não posso revelar mais, por enquanto. Ainda vou falar muita coisa. Mas nem tudo vai lhe parecer fácil de entender. Ao longo de nossas vidas, há ocasiões em que alguém sempre insinua que nascemos com um vulcão ao nosso lado. E, dependendo de como isso se dá, tudo pode se transformar num embaraço muito grande. Não é muito fácil explicar que temos um vulcão. Ficamos gaguejando e queremos fugir da situação."

Prêmios e edições especiais Finalista do Prémio Jabuti - categoria Juvenil 2014

Temas:
Cultura; Arte

Gênero:
Nacional; Literatura 

Literatura:
Conto infantojuvenil

Autor:
Hugo Monteiro Ferreira

Ilustrador:
André Beltrão

Páginas:
112

Acabamento:
Brochura

ISBN:
9788563877956

Ano de Edição:
2013

Idioma:
Português

Produto Digital:
Não

Dimensões:
17 x 24 cm

Editora:
Escrita Fina

Autor:
Hugo Monteiro Ferreira foi nascido de parteira curiosa. Maria do Retalho era o nome dela. É o penúltimo filho. Família comprida. Sua mãe dizia que sua sina era a palavra, fosse escrita, oral, na sala de aula, no centro do palco, sozinho, em comunhão, não importava, mas sempre, sempre a palavra. Nas noites e dias em que escreveu Emílio, foi tomado pela sensação da alegria, espécie de elemento essencial à melhoria da vida humana. Ao leitor que conhecer o menino do vulcão, não o receba pela metade, não o veja parte, não o entenda esquisito, não lhe imponha verdades fechadas, somente acolha e compreenda. A acolhimento e a compreensão, assim como o amor, lhe trarão felicidades em sua caminhada.

 

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Características



    O ESCRITOR

     

    Professor, pesquisador, mestre em literatura, doutor em educação e autor de livros destinados a crianças e jovens, Hugo Monteiro Ferreira nasceu e vive em Recife. É filho, esposo, pai, amigo de muita gente e irmão de mais um bocado — afinal, é penúltimo filho de uma família comprida. E como tal, sempre ouvia a mãe dizer que sua sina era a palavra, fosse ela escrita, oral, na sala de aula, no centro do palco, sozinho, em comunhão, não importava. Amante das artes, dependente da leitura e inquieto com as coisas da escola, Hugo fez de fato a palavra sua sina, seu ofício, seu amor e sua sorte.

     

     

    O ILUSTRADOR

     

    André Beltão é designer e ilustrador. E professor de design e ilustração. Desenhar, evidentemente, é algo inerente ao ser e estar de André. Das coisas que faz, é o lhe dá mais prazer. E, sendo o seu trabalho, é o casamento perfeito.

     

     

     

     

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