Sinopse:Essa coleção, com 4 livros, resgata o autor do injusto esquecimento da sua obra em vida, foi feita em quatro volumes: Poesias Completas, Contos e Crônicas, Contos Satíricos e Diários Secretos. A seleção foi feita de forma intuitiva pela admiradora Aline Haluch. Na obra Poesias Completas, os poemas um Humberto de Campos romântico e melancólico. Neles, prevalecem os temas amorosos, sem nenhum resquício de humor e de informalidade. Mais uma prova da multiplicidade e da energia criativa des
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Humberto de Campos - Box C/ 4 Vols

Humberto de Campos - Box C/ 4 Vols

Marca: Tinta Negra Referência: 9788563876638 Data de Lançamento: 22/11/2018

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Sinopse:
Essa coleção, com 4 livros, resgata o autor do injusto esquecimento da sua obra em vida, foi feita em quatro volumes: Poesias Completas, Contos e Crônicas, Contos Satíricos e Diários Secretos. A seleção foi feita de forma intuitiva pela admiradora Aline Haluch.

Na obra Poesias Completas, os poemas um Humberto de Campos romântico e melancólico. Neles, prevalecem os temas amorosos, sem nenhum resquício de humor e de informalidade. Mais uma prova da multiplicidade e da energia criativa desse que é um dos mais geniais autores brasileiros do século XX.

Em Contos e Crônicas, os textos de Humberto de Campos transparecem ao leitor a posição política que adotava em vida, com temas como: a desigualdade social, as questões regionais, sociais e psíquicas do Brasil do interior, uma forte crítica ao regime monárquico, além dos conflitos e contradições do ser humano enquanto indivíduo, transitando entre o

realismo e o naturalismo.

Já os Contos Satíricos do Conselheiro XX, traz Campos de uma forma cirúrgica, com lirismo, sarcasmo e peculiar de narrar o cotidiano e seus costumes, traz no bojo de suas crônicas a crítica social e política, o humor e a ironia, o tom dramático e/ou confessional, característico em sua obra. Vale ressaltar que a anedota e a metáfora são frequentes em suas crônicas.

E por último, em seu Diário Secreto, Humberto de Campos, cataloga os vícios dos tipos humanos e da sociedade da época. Destila, na narração de casos e boatos, a sua intensa ironia - tão maledicente quanto absolutamente genial. Registra, em seu característico tom corrosivo, segredos e tramoias que presenciou ou que ouviu de terceiros.

Temas:
Ficção, mistério e fantasia

Gênero:
Conto, Crônicas

Literatura:
Brasileira

Organizadora:
Aline Haluch

Autor:
Humberto de Campos

Projeto Gráfico:
Studio Creamcrackers

Acabamento:
Brochura

ISBN:
9788563876638

Ano de Edição:
2014

Idioma:
Português

Produto Digital:
Não

Dimensões:
14 x 21 x 8 cm

Editora:
Tinta Negra

Sobre a Autor:
Humberto de Campos Veras nasceu em Miritiba, atual Humberto de Campos, Maranhão, em 1886. Autodidata, escreveu quarenta volumes que abrangem poesia, contos, crônicas, memórias, crítica literária e artigos para jornais e revistas. Foi jornalista, crítico, contista e memorialista. Com a morte do pai, aos seis anos, mudou-se para São Luís. De infância pobre, desde cedo começou a trabalhar no comércio como meio de subsistência. Aos 17 anos muda-se para o Pará, onde conseguiu um lugar de colaborador e redator na Folha do Norte e, pouco depois, na Província do Pará. Em 1910 publicou seu primeiro livro, a coletânea de versos intitulada Poeira, primeira série. Em 1912 transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde foi redator do jornal O Imparcial. Em 1923, substituiu Múcio Leão na coluna de crítica do Correio da Manhã. Humberto de Campo foi eleito para a Academia Brasileira de Letras em 30 de outubro de 1919 e, em 1920, já acadêmico, foi eleito deputado federal pelo Maranhão. Em 1933, com a saúde já debilitada, publicou o livro que se tornou o mais célebre de sua obra, Memórias (1886-1900), crônicas das suas lembranças de infância e juventude. O seu Diário secreto, de publicação póstuma, provocou grande escândalo pela irreverência e malícia. Autodidata, Humberto de Campos foi um poeta neoparnasiano. Poeira é um dos últimos livros da escola parnasiana no Brasil. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5 de dezembro de 1934.

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    O ESCRITOR

     

     

    Jornalista, escritor e político, nasceu no Maranhão, em 1886, e morreu no Rio de Janeiro, em 1934. Trabalhou como redator, editor e cronista para diversos periódicos cariocas, como o Correio da Manhã, O Imparcial e a revista A Maçã, adotando, em alguns, pseudônimos como o famoso Conselheiro XX. Publicou mais de 30 livros. Foi eleito deputado federal pelo Maranhão em 1920, renovando o mandato sucessivamente até ser destituído pela Revolução de 1930. Ocupou a cadeira número 20 da Academia Brasileira de Letras.

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