Sinopse Histórias de sete autores, sobre recordações da infância. Apresentação de Gilberto Dimenstein, posfácio e organização de Heloisa Prieto. Com belas fotografias.  Temas:Memórias, cotidiano infantil  Gênero:Crônica, poesia, conto Literatura:Infantil Autores:Cristiana Soares, Daniel Munduruku, Heloisa Pires Lima, Luiz Ruffato, Marcelo Coelho, Sonia Manski, Tatiana Belinky Ilustradores (fotografia):Adriana Veiga Páginas:64Acabamento:Brochura ISBN:978-85-63877-07-9Ano de Edição:2016 I
Escrita Fina
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Infâncias

Infâncias

Marca: Escrita Fina Referência: 9788563877079 Data de Lançamento: 22/11/2018

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Sinopse

Histórias de sete autores, sobre recordações da infância. Apresentação de Gilberto Dimenstein, posfácio e organização de Heloisa Prieto. Com belas fotografias. 

Temas:
Memórias, cotidiano infantil
 

Gênero:
Crônica, poesia, conto

Literatura:
Infantil

Autores:
Cristiana Soares, Daniel Munduruku, Heloisa Pires Lima, Luiz Ruffato, Marcelo Coelho, Sonia Manski, Tatiana Belinky

Ilustradores (fotografia):
Adriana Veiga

Páginas:
64

Acabamento:
Brochura


ISBN:
978-85-63877-07-9

Ano de Edição:
2016


Idioma:
português 
 

Produto Digital:
Não


Dimensões:

25x17

 

Autores:
Tatiana Belinky nasceu na Rússia, em Petrogrado, atual São Petesburgo, em março de 1919. Imigrou para o Brasil, em 1929, fixando residência em São Paulo. Tatiana ingressou no curso de Filosofia da Faculdade de São Bento, mas não o concluiu. Casou-se, em 1940, com o médico psiquiatra e educador Júlio Gouveia (1914-1989), com quem desenvolveu muitos trabalhos na área de teatro infantil e de adaptação para a televisão. Tatiana é autora de diversas obras destinadas ao público infantojuvenil e responsável pela primeira adaptação para a televisão do Sítio do Picapau Amarelo, de Monteiro Lobato. Foi crítica de teatro infantil na Folha de S. Paulo, Jornal da Tarde e O Estado de S. Paulo. Com 91 anos, tem mais de 250 livros infantis e infantojuvenis publicados.

 

Cristiana Soares nasceu em Nova Iguaçu, no estado do Rio de Janeiro. Aos 18 anos, mudou-se para a capital carioca, onde se formou em Comunicação Social na UFRJ. Trabalhou como redatora em agências de comunicação no sul do país e atualmente reside em São Paulo. Mãe de Luísa, 17, e Lorena, 16. Cristiana teve o seu primeiro livro, Por que Heloísa?, editado em 2007.

 

Luiz Ruffato, mineiro de Cataguases, publicou Eles eram muitos cavalos (lançado também na Itália, França, Portugal e Argentina), De mim já nem se lembra, Estive em Lisboa e lembrei de você (também lançado em Portugal) e a 62 série Inferno provisório, previsto para cinco volumes, dos quais quatro já publicados: Mamma, son tanto felice e O mundo inimigo (ambos lançados também na França), Vista parcial da noite e O livro das impossibilidades.

Escritor indígena com quarenta livros publicados, Daniel Munduruku é graduado em Filosofia, tem licenciatura em História e Psicologia. Doutor em Educação pela USP. Diretor presidente do INBRAPI ? Instituto Indígena Brasileiro para Propriedade Intelectual ?,   da Ordem do Mérito Cultural da Presidência da República, Conselheiro Consultivo do Museu do Índio RJ. Membro da Academia de Letras de Lorena. Seus livros já receberam prêmios nacionais e internacionais e foram publicados em diversos países.

 

Heloisa Pires Lima é Doutora em Antropologia Social titulada pela Universidade de São Paulo. Autora de livros infantojuvenis, desde 1995, atualmente também é consultora para a série Livros Animados ? Programa A cor da cultura/ TV Futura, Fundação Roberto Marinho, inserido no Guia de Tecnologias Educacionais do MEC. A presença de personagens negros nos acervos das bibliotecas e videotecas disponíveis para as crianças tem sido um dos alvos de suas pesquisas. E como a outra face da mesma moeda, procura integrá-los a sua criatividade literária.

 

Paulistana, formada em arquitetura e psicologia, Sonia Manski trabalha na Secretaria de Estado da Cultura desde 1982. A descoberta da escrita como expressão se deve a dois fatores: a existência do computador ? em especial da internet ? e o incentivo da analista. Publicou os livros Sem cerimônia (2002), Meus queridos cavalheiros (2006) e algumas crônicas, uma delas premiada no concurso da ?Revista da Folha? (2003). Atualmente faz pesquisa e redação para o programa de rádio Letras e Leituras (www.letraseleituras.com.br) da jornalista Mona Dorf, veiculado pela Rede Eldorado. Tem colaborações no portal www.vitruvius.com.br e no www.taste.com.br, no link leituras.

 

Marcelo Coelho nasceu em São Paulo, em 1959. Estudou nos colégios Dante Alighieri, Vera Cruz e Santa Cruz. Formou-se em Ciências Sociais na USP, em 1980, e fez mestrado em Sociologia na mesma universidade. Desde 1984 trabalha na Folha de S. Paulo, escrevendo semanalmente no caderno ?Ilustrada?. Publicou três coletâneas de suas crônicas (?Gosto se discute?, ?Trivial variado? e ?Tempo medido?), além de ?Crítica cultural: teoria e prática? e 63 ?Folha explica Montaigne?. Publicou dois livros infantis, A professora de desenho e Minhas férias. Seu último livro, que mistura memória, ensaio e ficção, chama-se Patópolis e foi publicado neste ano de 2010. É casado e tem dois filhos, de 8 e 6 anos.

 

Adriana Veiga é formada em Arte-Educação pela Universidade Federal de Pernambuco, com especialização em Artes Plásticas, e desde sempre demonstrou grande interesse por universos oníricos, à margem do cotidiano das crianças, dos contos de fadas ao mundo circense. Mudou-se para São Paulo em 2000 e encaminhou-se para a fotografia, na qualidade de assistente das fotógrafas Claudia Jaguaribe e Helena Martins-Costa (entre 2004 e 2007). A partir de 2008 abriu duas frentes de pesquisa, dois projetos, ora em andamento: O suor dos sonhos ? Circo Zanni e Sete contos de fadas (+três). Ambos envolverão livros e exposição de fotografias. No momento está também preparando uma mostra individual de fotografias para a Galeria Dumaresque, em Recife.

 

 

Heloisa Prieto é escritora, tradutora e coordenadora editorial. Começou a escrever quando dava aulas para crianças pequenas, na Escola da Vila. Vários de seus títulos receberam prêmios e alguns já estão sendo editados no exterior. A série de livros Mano, escrita em coautoria com o jornalista Gilberto Dimenstein, inspirou o filme As melhores coisas do mundo, dirigido por Laís Bodanski, com roteiro de Luis Bolognesi, detentor de vários prêmios no Festival de Cinema de Recife.

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