Sinopse: "Um menino só/nasce em qualquer lugar?" O livro aborda em versos o complexo e pouco conhecido mundo das crianças autistas, com maior foco nas que têm Síndrome de Asperger. Com belíssimas ilustrações de Anielizabeth e 4ª capa amorosamente escrita por Paulo Scott, a obra busca levar conscientização aos corações e mentes dos leitores, reforçado pelo texto de apoio para esclarecimento direcionado a pais e professores e pictograma dos principais sintomas do TEA (transtorno do espectro autis
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O Menino Só

O Menino Só

Marca: Escrita Fina Referência: 9788583130581 Data de Lançamento: 26/11/2018

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Sinopse:

"Um menino só/nasce em qualquer lugar?" O livro aborda em versos o complexo e pouco conhecido mundo das crianças autistas, com maior foco nas que têm Síndrome de Asperger. Com belíssimas ilustrações de Anielizabeth e 4ª capa amorosamente escrita por Paulo Scott, a obra busca levar conscientização aos corações e mentes dos leitores, reforçado pelo texto de apoio para esclarecimento direcionado a pais e professores e pictograma dos principais sintomas do TEA (transtorno do espectro autista).

?Há muitos meninos sós no mundo.

Apenas no Brasil, estima-se que sejam em torno de dois milhões.

Os meninos e as meninas sós podem apresentar comportamentos similares, mas cada um deles possui um universo emocional e psíquico próprio.

 

Temas:
Inclusão, autismo

 

Gênero:
Poesia


Literatura:
Infantojuvenil

Autora:
Andrea Taubman

 

Ilustrações:

Anielizabeth

 

Páginas:
32

Acabamento:
Brochura

ISBN:
9788583130581


Ano de Edição:
2015

Idioma:
Português

Produto Digital:
Não

Dimensões:
24 x 28 cm

Editora:
Escrita fina


 

Autoras:

 

Andrea Taubman

 

Quem me conhece nem desconfia que não nasci no Brasil. Nasci em 1965 em Buenos Aires (Argentina), mas vim para cá aos 7 anos de idade. Lembro-me dos meus avós, pais e tios sempre lendo livros e jornais e cresci imitando esses adultos, que eu admirava muito. Troquei muitas correspondências com avós e primos, o que certamente contribuiu para que, muito tempo depois, me tornasse escritora.

 

Sou formada em química, porque sempre fui muito curiosa e queria saber do que eram feitas as coisas. Por isso passei muitos anos escrevendo cartas comerciais e outros textos técnicos, mas nunca me afastei de minhas maiores paixões: as crianças e a leitura literária. Já morei em São Paulo e no Rio de Janeiro, mas minha literatura nasceu na cidade onde criei meus dois filhos: a bela Teresópolis, na região serrana fluminense, onde trabalhei como voluntária em um abrigo para crianças e adolescentes vítimas de maus-tratos em risco social.

 

Hoje escrevo em versos e prosa para estabelecer um diálogo afetivo com as crianças e os jovens, por meio de histórias que possam chegar aos corações que palpitam com a perplexidade de quem está começando a conhecer a vida. Muitos dos meus livros abordam temas sensíveis da infância e da adolescência. Quando me perguntam o que me levou a ser escritora, respondo:  eu escrevo os livros que gostaria de ter lido quando criança!

 

Sou também palestrante, tradutora do espanhol, contadora de histórias, locutora e bagunceira literária (organizo e participo de eventos literários voltados para a infância e juventude).

Anielizabeth

Nasci no Rio de Janeiro, mas passei boa parte da infância entre Recife e Caruaru, terra dos meus pais. Fui menina de brincar no quintal e na calçada, de pé no chão, sempre ao lado de muitos amigos. E também fui menina leitora. Os livros, revistas e folhetos que vi[1]viam espalhados pela casa foram responsáveis pelos refúgios que pude construir na minha imaginação. Sempre gostei de desenhar. Mas não os desenhos que todo mundo copiava e que os adultos achavam lindos.

Eu gostava de desenhar o que estava na minha imaginação. E com a massinha de modelar muitas vezes transformava esses desenhos em "vida real". Fiz teatro, estudei Moda, me tornei figurinista, mas foi como professora da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro que pude conhecer muitos meninos - cada um com um universo próprio - e foram eles que me fizeram ilustradora, com suas histórias de vida e seu jeito de ver o mundo. Ilustrar me faz viajar. Conheci muitos lugares legais, na vida real e na imaginação, graças aos livros que já fiz.

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    ESCRITORA

     

    Nasci em Buenos Aires, numa família de grandes leitores. Quando criança, nada me divertia mais que as histórias que meus pais, avós e tios liam e contavam pra mim.
    Cheguei ao Brasil em 1973 e me apaixonei pela língua portuguesa. Na infância, li clássicos de vários países e de diferentes estilos e temas. Guardo, desde então, o hábito de ler todos os dias.
    Tinha tanta curiosidade de saber como as coisas eram feitas que fui estudar Química e me formei na Universidade Mackenzie (S. Paulo), mas nunca abandonei meus maiores amores na vida — as crianças e as obras literárias —, o que me levou a escrever meu primeiro livro, O MENINO QUE TINHA MEDO DE ERRAR.
    Em 2000 conheci alguns meninos sós, trabalhando como voluntária na então Casa de Passagem de Teresópolis, cidade da serra fluminense onde moro desde 1996. Foi a partir dessa convivência que nasceu meu interesse pelo universo tão particular em que eles vivem. Foi essa a semente que germinou por mais de dez anos, a qual reguei com amor, dedicação, observações, estudo e pesquisa até brotar o texto que cresceu e se transformou neste livro.
    Andrea Viviana Taubman

     

     

    ILUSTRADORA

     

    Nasci no Rio de Janeiro, mas passei boa parte da infância entre Recife e Caruaru, terra dos meus pais. Fui menina de brincar no quintal e na calçada, de pé no chão, sempre ao lado de muitos amigos. E também fui menina leitora. Os livros, revistas e folhetos que viviam espalhados pela casa foram responsáveis pelos refúgios que pude construir na minha imaginação.
    Sempre gostei de desenhar. Mas não os desenhos que todo mundo copiava e que os adultos achavam lindos. Eu gostava de desenhar o que estava na minha imaginação. E com a massinha de modelar muitas vezes transformava esses desenhos em “vida real”.
    Fiz teatro, estudei Moda, me tornei figurinista, mas foi como professora da Rede Municipal de Educação do Rio de Janeiro que pude conhecer muitos meninos — cada um com um universo próprio — e foram eles que me fizeram ilustradora, com suas histórias de vida e seu jeito de ver o mundo.
    Ilustrar me faz viajar. Conheci muitos lugares legais, na vida real e na imaginação, graças aos livros que já fiz.
    Anielizabeth

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