Sinopse: Este livro conta a historiaria da mulher que, vendo um viajante negro, salvo do Dilúvio Universal na arca de Noé, se oferece a ele como esposa. Ela se chama África, e não sabe que está se juntando a um marido amaldiçoado. é essa mesma mulher, dama estropiada, que narra a Deus o seu martírio, enquanto o compara aos privilégios de suas irmãs Europa e Ásia. E é também ela que acusa - a América, 'irmã traidora', 'condor que se transformara em abutre', se nutre de seu sangue.   Temas: Es
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Vozes D'áfrica

Vozes D'áfrica

Marca: Escrita Fina Referência: 9788563248107 Data de Lançamento: 26/11/2018

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Sinopse:

Este livro conta a historiaria da mulher que, vendo um viajante negro, salvo do Dilúvio Universal na arca de Noé, se oferece a ele como esposa. Ela se chama África, e não sabe que está se juntando a um marido amaldiçoado. é essa mesma mulher, dama estropiada, que narra a Deus o seu martírio, enquanto o compara aos privilégios de suas irmãs Europa e Ásia. E é também ela que acusa - a América, 'irmã traidora', 'condor que se transformara em abutre', se nutre de seu sangue.

 

Temas:

Escravidão; África; Consciência Negra; Racismo; Etnia.     

 

Gênero:

Ficção; Poesia Brasileira; Poesia; Romance

Literatura:
Literatura Nacional

 

Autor:
Castro Alves

 

Ilustrações

Janaina Tokitaka

                   

Páginas:

48

Acabamento:
Brochura

ISBN:

78-85-63248-10-7

Ano de Edição:
2010

Idioma:
português

Produto Digital:
Não

Dimensões:
18 x 23


Editora:
Escrita Fina

Autora:

Antônio Frederico de Castro Alves (Fazenda Cabaceiras, Freguesia de Curralinho, Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto da Cachoeira, 14 de março de 1847 ? Salvador, 6 de julho de 1871) foi um poeta brasileiro. Escreveu clássicos como Espumas Flutuantes e Hinos do Equador que o alçaram à posição de maior entre seus contemporâneos, bem como versos de poemas como Os Escravos, A Cachoeira de Paulo Afonso e Gonzaga que lhe valeram epítetos como "poeta dos escravos" e "poeta republicano" por Machado de Assis, ou descrições de ser "poeta nacional, se não mais, nacionalista, poeta social, humano e humanitário", no dizer de Joaquim Nabuco, de ser "o maior poeta brasileiro, lírico e épico", no dizer de Afrânio Peixoto, ou ainda de ser o "apóstolo andante do condoreirismo" e "um talento vulcânico, o mais arrebatado de todos os poetas brasileiros", no dizer de José Marques da Cruz. Integrou o movimento romântico, fazendo parte no país daquilo que os estudiosos chamam de "terceira geração romântica". recebeu importantes prêmios, entre eles dois Jabutis, um deles por Cidade dos deitados, da coleção Ópera Urbana.

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    O ESCRITOR

     

    Conhecido como “Poeta dos Escravos”, Antônio Frederico de Castro Alves nasceu em 1847, na Bahia. Foi a figura literária mais expressiva do condoreirismo, a terceira fase do romantismo brasileiro, cujo foco eram as causas sociais, principalmente a abolicionista e a republicana. Morreu jovem, com apenas 24 anos, debilitado pela tuberculose e por um acidente. Mas foi tempo suficiente para que escrevesse alguns dos textos nacionais mais belos em favor da liberdade e da justiça. Além do poema “Vozes d’África”, é autor de obras como “O navio negreiro” e Espumas flutuantes, seu único livro publicado em vida. 

     

     

    O ILUSTRADOR

     

    O artista plástico André Côrtes é o autor das aquarelas de abertura da série Ó pai, ó!, da Rede Globo. Participa de um projeto de arte-educação na comunidade quilombola Campinho da Independência, em Paraty, e ganhou o prêmio “Interações Estéticas 2009”, da Funarte, para realizar residência artística na comunidade da Serrinha, em Madureira, acompanhando o grupo de Jongo. É professor de desenho da PUC-Rio.

     

     

     

     

     

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