Sinopse:Apesar de sua pouca idade, Jorge é um menino cheio de coragem. Pudera: aos 10 anos, o garoto fugiu de casa para ganhar as ruas, cansado da violência do pai alcoólatra. Tornou-se menino de rua, mas ganhou a simpatia de uma comunidade no subúrbio carioca, que o acolheu e o ajudou a viver com alegria, apesar das dificuldades.Já Latsi, um homem feito, mantém-se amargurado. Uma tragédia o afastou de sua família e de seu povo, e ele agora vive solitário numa pequena cidade do interior fluminen
Escrita Fina
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QUALQUER CHÃO LEVA AO CÉU

QUALQUER CHÃO LEVA AO CÉU

Marca: Escrita Fina Referência: 9788563877451 Data de Lançamento: 14/08/2019

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Sinopse:


Apesar de sua pouca idade, Jorge é um menino cheio de coragem. Pudera: aos 10 anos, o garoto fugiu de casa para ganhar as ruas, cansado da violência do pai alcoólatra. Tornou-se menino de rua, mas ganhou a simpatia de uma comunidade no subúrbio carioca, que o acolheu e o ajudou a viver com alegria, apesar das dificuldades.

Já Latsi, um homem feito, mantém-se amargurado. Uma tragédia o afastou de sua família e de seu povo, e ele agora vive solitário numa pequena cidade do interior fluminense, fazendo biscates e pequenos negócios. Quando conhece Jorge, o passado retorna com toda a sua força e sentimentos ambíguos; e a existência de ambos, homem e menino, ganha novos rumos. Pelas mãos de Latsi, Jorge envereda por um universo até então inteiramente desconhecido para si: os costumes ciganos. E descobre um mundo ao mesmo tempo singular e fascinante.

Qualquer chão leva ao céu: a história do menino e do cigano é a narrativa desse encontro crucial entre um homem e um garoto, ambos solitários. Mas é, sobretudo, uma obra que celebra a diversidade de culturas e costumes, um libelo contra todas as formas de discriminação. Livre de estereótipos e de qualquer pieguice, este livro de Cristina da Costa Pereira apresenta aos jovens leitores alguns dos traços do povo cigano, ajudando a desmistificá-lo. Nada de ladrões de crianças e de farsantes, como prega o preconceito a respeito dos ciganos. Em vez disso, são respeito, sabedoria e tradição os traços que se destacam nos rituais e nos hábitos que Jorge conhece ao conviver com a cultura de Latsi e de seus parentes e amigos. Uma convivência que, porém, não passa ao largo de tensões e surpresas, numa trama deliciosamente universal.

Pois Qualquer chão leva ao céu é também uma história de aventura e suspense, com diferentes núcleos de ação. Um desabamento numa favela carioca, um vício do passado, a busca incessante pelo paradeiro de alguém que se ama - como nas melhores histórias, esta narrativa é cheia de movimento.

As questões sociais também estão lá. As dificuldades dos migrantes nordestinos, o descaso das autoridades, a dura vida dos meninos de rua e a violência da metrópole carioca aparecem enoveladas à trama, numa narrativa extremamente contemporânea, que lança um olhar original para a solidariedade e para a aproximação entre as culturas.

Ilustrado por 
Martha Werneck que cursou a Graduação em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, instituição na qual concluiu mestrado (2006) e doutorado (2012) em Artes Visuais, linha de pesquisa Imagem e Cultura (PPGAV-EBA/UFRJ). Desde 2007 é professora na Escola de Belas Artes pelo departamento de Artes Bases/ Pintura. Concursada em 2010, hoje Professora Adjunta, ministra disciplinas prático teóricas na área da Pintura e da Ilustração. 


Temas:
Solidão; Cultura; Discriminação; Aventura; Suspense; Violência; Estereótipos; Respeito.

Gênero:
Narrativo.

Literatura:
Infanto-Juvenil.

Autor:
Cristina da Costa Pereira.

Páginas:
144

Acabamento:

Brochura


ISBN:
9788563877451

Ano de Edição:
2011


Idioma:
Português 

Produto Digital:
Não


Dimensões:

14 x 21 x 1,1

Autor:

Nasceu no Rio de Janeiro, a 22 de novembro de 1949. Sempre se cativou a palavra, por isso foi professora de língua portuguesa e literatura, é escritora com 11 livros publicados (poesia e prosa) e um no prelo. Este é seu segundo livro na área infanto-juvenil. Porque preciso descobrir a melhor maneira de os textos dos livros ficarem cristalinos, é revisora. Há 25 anos tem sido apaixonada estudiosa da cultura cigana. Com os ciganos, entre outras afinidades quem tem, destaca o espírito de viagem e a alegria de contar histórias. Se escreve é porque sua alma precisa, sonha que, com as palavras e os livros pode ajudar os leitores e o nosso mundo.

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